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Somos todos normais, até termos filhos!

Aquele que já foi o Blogue da Mafalda | Por Ana Fagundes Lourenço

Somos todos normais, até termos filhos!

Aquele que já foi o Blogue da Mafalda | Por Ana Fagundes Lourenço

Movimento "Deixem-nos subir" - Escorrega

Fará assim tanta diferença no desenvolvimento da criança?

30.06.20, Ana Fagundes Lourenço
Vi no Facebook uma publicação sobre um movimento #Deixemnossubir que, de uma forma muito simplista, defende que as crianças devem poder subir o escorrega...pela rampa. Quero deixar claro que este post não é uma crítica às promotoras deste movimento. Sou grande defensora da liberdade (...)

Nós vamos votar!

23.05.19, Ana Fagundes Lourenço
  Não, este post não foge ao propósito do blogue. Educo através do exemplo. Gosto de cultivar certos valores na minha filha, tais como o amor, respeito pelo próximo, empatia, solidariedade e outros tantos. Mas também a responsabilidade e o cumprimento dos nossos deveres enquanto cidadãos. Não nos serve de nada a postura de activista de sofá. Mandar bitaites em frente à TV não muda, em nada, o destino do nosso país. Já levantar o rabo do sofá e ir à urna mais próxima sim. (...)

Quando umas peças de roupa levam os pais ao extremo

27.03.19, Ana Fagundes Lourenço
Vivemos num país onde se ganha (muito) pouco e onde as despesas com vestuário têm grande peso no orçamento familiar. Alguns pais guardam roupas de um filho para serem usadas pelo segundo. Até aqui tudo bem, mas há quem ache que o João não deve andar com um look rosa total, só porque veio depois da Maria. Certíssimo. Estamos numa de evitar traumas, por isso temos de ter esses pormenores em conta. A Zippy quis ser amiga das famílias e criou uma colecção genderless (...)

Vamos deixar as crianças em paz?

05.04.18, Ana Fagundes Lourenço
Sei que já disse - mais do que uma vez - que a Mafalda tem um feitio, por vezes, difícil. Sim, é verdade, a miúda sempre foi obstinada e quando mete uma coisa na cabeça não há nada a fazer. Ah orgulho da sua mãe!   É comum os pais chegarem a casa cansados, sem paciência, e desatarem a repreender os filhos por não pararem quietos. Ora, se nós sentimos necessidade de extravasar o que nos vai na alma, como podemos exigir às crianças que fiquem quietas numa cadeira à espera (...)